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Material didático/ pedagógico
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Qui, 10 de Junho de 2010 23:55, Escrito por Rodrigo Travitzki
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Fiz a apresentação abaixo para meus alunos do terceiro ano (3a série EM, dizem hoje).
Tentei criar uma sequência coerente de ideias, com perguntas, respostas e alguns problemas no meio. A proposta é que se pare um pouco nas perguntas, dando um tempo pros neurônios entenderem o problema e procurarem / inventarem alguma resposta. Boa parte das imagens (os esquemas) é original, fiz com um software livre chamado Dia (de diagrama).
O box abaixo dá uma prévia do slideshow, mas o melhor mesmo é clicar aqui para ver a galeria de imagens ou baixar o arquivo de powerpoint (primeiro clique no ícone de tela cheia no box abaixo).
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Material didático/ pedagógico
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Sex, 11 de Setembro de 2009 16:45, Escrito por Rodrigo Travitzki
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Há bastante confusão quando tentamos entender o que pode acontecer com uma molécula de DNA, um cromossomo. Não só porque a própria vida é complicada, mas também porque cada coisa tem um nome próprio, uma palavra específica que só os biólogos conhecem.
Para ajudar a entender os processos pelos quais o DNA pode passar, fiz esta figura. O principal é compreender a diferença entre a "vida normal" da célula (fase G1 da interfase) e sua fase reprodutiva. Se quiser, clique aqui para entender o ciclo celular.
VIDA "NORMAL" (fase G1)
Enquanto vive, a célula "ativa" e "desativa" cada um de seus milhares de genes. Quando "ativados", eles levam à produção de proteínas. Isto é mediado pelos ribossomos. A produção de RNA mensageiro a partir de um gene em uma molécula de DNA é chamada de transcrição. Este RNAm é como se fosse uma "cópia xeróx" do gene - que fica guardado e protegido no núcleo. O RNAm, por sua vez, sai do núcleo e vai para os ribossomos, onde são produzidas as proteínas, no processo de tradução.
Mas por que estes nomes linguísticos? Na transcrição, você passa do oral pro escrito - ou seja, a forma física varia, mas a língua não. Na tradução, por sua vez, há uma mudança de língua. Ou seja, é necessário um código para que se possa traduzir algo. É como se o DNA e o RNA "falassem a mesma língua" (porque têm a mesma estrutura química), mas as proteínas "falassem uma língua diferente" (novamente nos referimos à sua estrutura química). E para "traduzir a língua do DNA/RNA para a língua das proteinas" você precisaria de um código... eis aí o código genético. Lembre-se que o código genético é o mesmo para todos os seres vivos do planeta.
REPRODUÇÃO
A fase reprodutiva começa quando cada cromossomo da cromatina se duplica, para que as duas células-filhas possam ter uma cópia deste cromossomo. Lembrando que cada molécula de DNA é um cromossomo. Depois de se duplicar, tirar um "xeróx" de si mesmo, o cromossomo se condensa, enrola-se sobre si mesmo. Isso ajuda na mecânica de distribuição dos cromossomos entre as células-filhas. É como se você tivesse um monte de fios de lã emaranhados para dividir com seu irmão - seria necessário antes fazer pequenos novelos para depois dividir irmamente.
OBS. Esta é uma explicação simplificada dos processos. Você pode encontrar textos mais detalhados pela rede. Busque, por exemplo, por "síntese de proteína" ou "ciclo celular". |
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Filmes e imagens
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Seg, 13 de Julho de 2009 02:49, Escrito por Rodrigo Travitzki
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Outra imagem para compreender o aquecimento global. A primeira trata da relação entre o álcool, a gasolina e o carbono atmosférico (veja aqui). Agora o objetivo é mostrar um pouco da complexidade do nosso planeta e da questão do aquecimento global. Para entender melhor a imagem, é prudente saber o que é um feedback (fiz outra figura para isto) e também ajuda saber um pouco de ecologia, geologia, física, química, etc...
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Trabalhos Escolares
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Qui, 13 de Novembro de 2008 19:10, Escrito por Marina Frúgoli
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Com o aumento da população humana que vem ocorrendo pelo menos nos últimos 3 mil anos, o número de parasitas como carrapatos e bichos de pé, assim como o de muitos vírus e bactérias, sendo que estes muitas vezes dependem dos humanos para a sua existência (semelhante ao mutualismo), aumentou drasticamente. Isto faz parte do princípio da dinâmica de populações. Se o número de presas aumenta, o número de predadores o acompanha. A espécie humana não possui nenhum predador que seja significativo ou que apresente reais riscos de diminuição da população, pois os animais selvagens que representavam perigo quando a espécie humana estava surgindo, hoje já foram domados. Porém, os parasitas apresentam um risco considerável.
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Filmes e imagens
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Sex, 07 de Novembro de 2008 15:10, Escrito por Rodrigo Travitzki
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Fiz este esquema para os alunos começarem a compreender o impacto ambiental da agroindústria sucroalcooleira, que é reduzido na medida em que a produção se torna um sistema fechado, devidamente integrado ao meio. Um dos impactos ambientais da cana é atualmente benéfico: a captura de carbono atmosférico. O famoso sequestro de carbono, um tema bastante controverso. Mas quem sequestra? Para onde leva? Por que isto é "bom para o efeito estufa"?
Para responder estas perguntas, primeiro precisamos saber o que é efeito estufa e sua (provável) relação com o aquecimento global. Depois, lembramos que praticamente todo o carbono presente no corpo das plantas veio da fotossíntese. E por último, botando a bola na área, lembramos que o "olhar ecológico" pressupôe um esforço em se enxergar o todo. Neste caso, podemos pensar nas relações entre o ar e o solo do planeta terra: a atmosfera e a litosfera.
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Filmes e imagens
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Sex, 02 de Maio de 2008 20:41, Escrito por Rodrigo Travitzki
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O metabolismo é apenas uma palavra. Assim, de primeira viagem, pode parecer uma coisa simples.
- Ah, claro, estou com algo errado no meu metabolismo...
Mas quando vamos entender o que realmente significa esta singela palavra, nos confrontamos com algo que parece maior do que a capacidade de nosso cérebro. Pelo menos do meu.
A complexidade do metabolismo é estonteante, como se pode ver em qualquer mapa metabólico. Behe, inclusive, usa a complexidade do metabolismo para fazer uma interessante crítica à evolução - que infelizmente é logo seguida de uma proposta pouco criativa e tampouco produtiva.
Mas ensinar pressupõe, muitas vezes, que a gente simplifique o que é complicado. Nossa melhor simplificação pode ser, ainda, muito complicada para os alunos de certa idade. Isso acontece... aí precisamos simplificar mais, ou mudar os objetivos, enfim...
O fato é que eu resolvi simplificar o metabolismo para tentar dar aos meus alunos uma base mais sólida deste conceito. O resultado foi o mapa conceitual que coloco abaixo.
Fonte: Rodrigo Travitzki - digao.bio.br
Voce pode usar este texto livremente, desde que cite a fonte e não o comercialize.
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