Seg, 22 de Novembro de 2010 21:42, Escrito por Aurora Guimarães
A partir de observações cotidianas de comercias referentes à saúde bucal, nos vimos em uma situação um tanto estranha: a maioria das propagandas tem dentistas fazendo recomendações e exemplificando uma lista de melhoras que o uso do produto poderia trazer. Desde “Só Listerine acaba com os germes que causam a placa bacteriana, a gengivite e o mau hálito. Listerine, boca limpa de verdade. A marca dos dentistas”, até “Colgate total 12: o único que cria uma barreira de proteção protege até 12 problemas bucais, por 12 horas. Colgate, a marca número um em recomendação dos dentistas”. E analisando essas propagandas e algumas embalagens de produtos bucais, percebemos os deslizes que cometiam no sentido de verossimilhança; prometem muitas diferenças em sua boca, e poucas são realmente cumpridas. Assim chegamos em uma questão: até que ponto os comerciais/ propagandas correspondem a real eficácia do produto?
Dom, 21 de Novembro de 2010 20:08, Escrito por Beatriz Espindola e Olivia de Miranda
Os valores nutricionais tornam-se um artifício cientifico para atrair mais consumidores ao produto em questão. As embalagens não comportam mais o objetivo inicial de comunicar informações nutricionais importantes à saúde do consumidor, tornando-se somente um artefato com a utilização de recursos comunicativos para o consumo. Porém, partes das informações são descritas e escritas em forma de difícil visibilidade ao leitor/consumidor, o que trouxe como uma principal conclusão a possível afirmação que tais inadequações podem implicar em riscos à saúde dos indivíduos que consomem o produto, além de ser um desrespeito ao direito e ao consumidor.
Seg, 10 de Maio de 2010 13:13, Escrito por Rodrigo Travitzki
Veja abaixo uma animação de computador mostrando como o vírus da AIDS age. A maioria das formas coloridas e estranhas que se vê são proteínas, enzimas específicas do vírus e da célula hospedeira. As moléculas mais lineares são DNA ou RNA. É um vídeo bastante útil, por exemplo, para fazer uma síntese geral de citologia, uma introdução à virologia, ou mesmo em aulas de genética (transcrição e tradução) ou de sistema imunológico. Eu, particularmente, acho que usarei para falar de engenharia genética, pois o que o vírus faz é inserir seus genes no genoma do hospedeiro. No vídeo vemos isso, com enzimas de restrição, de ligação e tudo mais.
Sex, 25 de Setembro de 2009 14:20, Escrito por Rodrigo Travitzki
O artigo abaixo pode servir de ponto de partida para uma discussão sobre a relação entre ciência e religião. Hoje é muito comum valorizarmos o respeito às diferenças, ao pluralismo, ao conhecimento tradicional, etc. Mas isto não quer dizer que "é tudo a mesma coisa". Pelo menos não perante a lei.
Qual é o papel da ciência para o homem? Qual é o papel da religião? O texto abaixo pôe algumas lenhas nessa fogueira.
Qua, 12 de Agosto de 2009 00:45, Escrito por Rodrigo Travitzki
Reuni alguns excertos, trechos de textos que podem ser úteis agora, na volta às aulas. A chamada gripe suína está na boca de todos, mas será que as pessoas sabem do que estão falando? É prudente trabalhar este assunto em sua escola, até para os alunos entenderem porque tiveram duas semanas sem aula.
A maior parte das informações está relacionada à biologia, pois pretendo mostrar a multiplicidade desta área para meus alunos. Mas olhando bem, há diversas disciplinas nas entrelinhas desta pequena coletânea. Façam bom proveito.
Sex, 22 de Maio de 2009 23:19, Escrito por Rodrigo Travitzki
Para dar uma base mais sólida aos estudos escolares sobre a saúde, disponibilizo o texto "história do conceito de saúde" - Moacyr Scliar - retirado do scielo (uma boa base para pesquisas). Ele faz uma interessante síntese de vários conceitos de saúde e seus vínculos com certos contextos históricos. Façam bom proveito.
"O jornalista Gilberto Dimenstein, colunista da Rádio CBN, comentou, esta semana, a notícia do diretor de uma escola média em Boston, nos EUA, que tornou o Yoga obrigatório, além de outras medidas para combater o alto nível de stress dos alunos (Yoga News 29 e 31/10). “O interessante é que a Yoga não é atividade complementar e sim parte do currículo”, disse ao âncora Heródoto Barbeiro. Os dois, no final, sugerem que seria bom se o exemplo fosse seguido no Brasil. Para escutar o comentário, clique aqui"
Este espaço é uma espécie de trincheira num mundo onde a educação vai se tornando cada vez mais uma forma de comércio. E comércio de um produto bem duvidoso.